Resumo do artigo:
A Gestão do Conhecimento:
O que há de mais Humano na Gestão.
A GC nos ensina a valorizar as perguntas. Hoje em dia as boas perguntas feitas no ambiente de negócios são tão importantes quanto as respostas conseguidas. Se tivermos as melhores perguntas e se temos perguntas que valem a pena responder, quase sempre encontramos quem possa respondê-las.
Sócrates dizia que conhecer os limites da própria ignorância é sábio, uma pergunta é a manifestação mais genuína deste conhecimento, devendo ser valorizado pelas empresas.
A identificação e uso efetivo dos ativos intelectuais esquecidos pelas estratégias é uma iniciativa de GC quase que completamente esquecida da literatura especializada. Conhecer seus ativos intelectuais, alavanca outros novos, posicioná-los mercadologicamente, alinhá-los estrategicamente e utilizá-los em sua plenitude, aproveitando a sua maior riqueza organizacional. Empresas que possuam os melhores profissionais do mercado, necessitam apreender a mobilizar seus ativos intelectuais em torno de objetivos estratégicos de negócios, sob risco de não sobreviverem.
Muitas pessoas estão em movimento e não trabalham necessariamente juntas. Tão importante quanto prover meios de colaboração é permitir que as pessoas se encontrem; colocar um novato ao lado de outro mais experiente para que aprenda com ele durante o trabalho é também muito relevante a gestão e a transferência de conhecimentos.
Na economia do conhecimento nada mais coerente que revermos nossas posturas e práticas. Tão importante quanto contratar as pessoas certas é refletir sobre as pessoas erradas que você contratou, é pensar sobre as certas que de maneira errada você não contratou. Leituras críticas a respeito de critérios prejudiciais que imperam nos processos seletivos e decisões sobre demissão de talentos são estratégias fundamentais a uma estratégia sólida baseada no conhecimento.
As praticas mais importantes para prosperar nos negócios em nossos dias, consistem em atrair e reter os melhores talentos e saber orquestrá-los dentro de uma estratégia do conhecimento. Considerando que o conhecimento genuíno só existe nas cabeças das pessoas. Em tempos de competição os arranjos do conhecimento são estruturas difíceis de copiar, permitindo a criação de barreiras competitivas aos concorrentes e a conquista de diferenciais que eliminam as disputas no mercado baseadas simplesmente em preço.
Figueiredo,Saulo, A Gestão do Conhecimento: o que há de mais humano na Gestão.Revista GC Brasil,São Paulo,n.02,p.11-13,Nov de 2006
domingo, 13 de dezembro de 2009
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